Quanto mais o homem se empenha em ter, quanto mais se ocupa em manter tudo o que possui, mais se afasta do ser.
Sabe-se que o homem precisa de muitas coisas para adquirir tranqüilidade em sua vida. É importante que queira bens para viver melhor.
O problema está em saber usar aquilo que possui usar para satisfazer uma necessidade. Eis aí a palavra “necessidade” e com ela a pergunta se instala: será eu é realmente necessário para o homem tudo aquilo que ele possui? Ou será que acaba por descobrir que não é tão necessário?
A luta por ter isso ou aquilo, o que está na moda, essa busca incessante por manter tudo o que se tem parece não ter fim: satisfaz-se uma necessidade, e logo aparece outra. É preciso trabalhar, pagar, comprar, adquirir e ficar cansado de tanta ocupação.
O problema não está em querer ter, mas em saber ter. Usar para crescer na vida, no sentido de melhorar o relacionamento com os outros e com o mundo, pois as coisas não devem afastar o homem do que é essencial: ser.
Afogar-se num mar de coisas que ocupam todo o nosso tempo e a nossa mente, não deixando espaço algum para o crescimento na vivência com o próximo, não faz bem. É preciso vencer esta tentação. Só assim essa “necessidade” será satisfeita realmente.
Sabe-se que o homem precisa de muitas coisas para adquirir tranqüilidade em sua vida. É importante que queira bens para viver melhor.
O problema está em saber usar aquilo que possui usar para satisfazer uma necessidade. Eis aí a palavra “necessidade” e com ela a pergunta se instala: será eu é realmente necessário para o homem tudo aquilo que ele possui? Ou será que acaba por descobrir que não é tão necessário?
A luta por ter isso ou aquilo, o que está na moda, essa busca incessante por manter tudo o que se tem parece não ter fim: satisfaz-se uma necessidade, e logo aparece outra. É preciso trabalhar, pagar, comprar, adquirir e ficar cansado de tanta ocupação.
O problema não está em querer ter, mas em saber ter. Usar para crescer na vida, no sentido de melhorar o relacionamento com os outros e com o mundo, pois as coisas não devem afastar o homem do que é essencial: ser.
Afogar-se num mar de coisas que ocupam todo o nosso tempo e a nossa mente, não deixando espaço algum para o crescimento na vivência com o próximo, não faz bem. É preciso vencer esta tentação. Só assim essa “necessidade” será satisfeita realmente.
Maria de Fátima da Costa Magalhães Demartino
São Gonçalo (RJ), 2002.
São Gonçalo (RJ), 2002.

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