20:51

Paz


O Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de Dia da Paz foi criado pelo Papa Paulo VI, com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 1967:
"Dirigimo-nos a todos os homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no primeiro dia do ano civil, 1 de Janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".
Aproxima-se o dia primeiro de janeiro, dia da Paz. Esse primeiro dia do ano pode significar uma nova esperança, uma mudança de atitude. O que falta para que isso aconteça? Em que consiste a paz? Como alcançá-la?

Para melhor refletir sobre esse tema, é importante ver o que algumas pessoas disseram:

○ "A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento." (Albert Einstein)
○ "O primeiro dos bens, depois da saúde, é a paz interior." (Abraham Lincoln)
○ "Os problemas fundamentais que desafiam o mundo de hoje não são suscetíveis de soluções militares." (John Kennedy)
○ "Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho." "A humanidade não pode libertar-se da violência senão por meio da não-violência." (Mahatma Gandhi)
○ “Quando deixamos nossa luz própria brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.” (Nelson Mandela)
○ “A paz começa com um sorriso - sorri cinco vezes por dia para alguém a quem não gostarias realmente de sorrir – faze isso pela paz.” (Madre Tereza de Calcutá)

Essas são apenas algumas dentre as tantas afirmações que há sobre a paz. Todas demonstram o quanto ela é desejada. O importante é ter consciência de que a paz é um processo de construção que se faz de dentro para fora, pois é edificada dentro de cada pessoa e depois é irradiada aos outros. Começando com gestos simples de fraternidade e amor, aos poucos ela vai avançando e passa pela justiça, pelo perdão, até alcançar a felicidade.

Segundo afirma João Paulo II, o Papa da Paz, "Neste tempo ameaçado pela violência, pelo ódio e pela guerra, testemunhai que Ele, e somente Ele, pode dar a verdadeira paz ao coração do homem, às famílias e aos povos da terra. Esforçai-vos em buscar e promover a paz, a justiça e a fraternidade. E não esqueçais da palavra do Evangelho: «Bem-aventurados os que trabalham pela paz, porque eles serão chamados filhos de Deus» (Mt 5,9)." E acrescenta: “Não há verdadeira paz sem vir acompanhada de igualdade , verdade, justiça, e solidariedade"

Assim, ao aproximar-se mais um ano cada pessoa coloque como meta a busca pela paz dentro de seu coração, dentro de sua casa, e em todos os lugares, procurando cultivar a convivência fraterna, a solidariedade, a prática do perdão, o respeito ao próximo, enfim, as virtudes humanas que muitas vezes são esquecidas. Para que possa afirmar como Madre Tereza de Calcutá:
“Então vamos irradiar a paz de Deus e assim acender a Sua luz e extinguir do mundo e dos corações de todos os homens todo o ódio e amor pelo poder.”
(Maria de Fátima Demartino)

16:45

DIVERSIDADE EM CORDEL



Para melhor entender
a riqueza cultural do nosso país
usamos a literatura de cordel,
Pois a sua linguagem simples
além de fácil e divertida
é muito clara no que diz.

Como ponto de partida, pesquisamos
festas, ritmos e danças típicas do Brasil
observando desde as suas origens,
suas características, influências, vestimentas,
transformações e predominância,
descobrindo riquezas mil.

Para você entender melhor
a dimensão desse trabalho,
citaremos o que foi investigado.
Quadrilha, carimbó, maxixe,
fandango, ciranda, frevo, olodum,
dança de rua, baião e xaxado.

Pequisamos também outras:
Maculelê, maracatu, capoeira,
Forró, merengue, folia de reis,
catira, samba de roda, samba enredo,
Bumba-meu-boi e suas variações,
festival de Parintins e gafieira.


A cultura européia,
ao contrário do que se pensa,
não foi a única influência,
pois o índio e o negro
com sua força e cultura
marcaram forte presença.

Fizemos várias escritas
depois de cada dança analisar,
buscando organizar em versos
as principais características.
O mais difícil, porém
foi uma rima encontrar.

Todos se empenharam
nessa grande empreitada.
Apesar de todo o trabalho
o objetivo foi alcançado
e por isso agradeço
dizendo a todos: obrigada.

(Maria de Fátima Demartino)

11:12

Os excluídos

Dentre os muitos problemas que há em nossa sociedade, fala-se muito em exclusão social. De fato, são muitos os que vivem à margem, os que não têm a oportunidade de vencer, de mudar, de conquistar o seu “lugar ao sol” e que, com isso, são rejeitados.

No entanto, o que vem crescendo assustadoramente é outro tipo de exclusão que está sendo imposta pela modernidade, pela praticidade, pela tecnologia, pela mídia, de um modo geral, e pela cultura de massa a todos os cidadãos e, principalmente, aos adolescentes, alvo vulnerável, já que esta fase é caracterizada por incertezas, busca de modelos e autoafirmação.

Este tipo de exclusão social vem mascarada de acesso à informação, globalização, liberdade de expressão. Mas, qual o conteúdo, qual a qualidade de tudo aquilo que se acessa facilmente? É possível comunicar-se com o mundo todo, porém o que estamos comunicando? As conversas virtuais com tantos amigos, substituindo o tão valioso contato físico, a convivência, os olhares... Há uma real valorização da amizade? Nenhum desenho, sinal, símbolo ou código escrito consegue expressar um sentimento verdadeiramente. É fundamental o encontro entre pessoas; isso é ser humano.

A banalização do erro virou moda. A individualidade, o senso crítico não importam. Perdeu-se o direito de escolha. Não se faz o que se gosta, mas o que dizem ser o melhor. Busca-se uma perfeição desumana, o corpo, a beleza ideal, como se o ser humano fosse um objeto de apreciação e de consumo. Todavia, onde está a qualidade de vida? A felicidade e a realização pessoal?

É urgente eliminar a exclusão de ser, realmente, humano, de ter opinião, vontade própria e coragem de mudar. Pois o resultado que se vê é: depressão, angústia, ansiedade, frustração, vazio... ALIENAÇÃO!

(Maria de Fátima Demartino)

19:52

Se pararmos para pensar

(Maria de Fátima Demartino)
Só temos uma vida para viver.
Precisamos dela cuidar.
Se pararmos para pensar,
Temos pressa de morrer.

Quando escolhemos mal o que comer,
O nosso trabalho, prioridades e paradas.
Quando fazemos escolhas erradas.
Na verdade, pagamos para adoecer.

Tantas pesquisas, quanta tecnologia!
O conhecimento a nossa disposição.
Aproveitamos ou perdemos a razão?
O fato, é que trabalhamos em demasia.

Tudo acontece muito rapidamente,
E corremos para garantir o sustento.
O tempo avança e não é lento.
Estamos satisfeitos realmente?

Há muito que fazer!
Ainda há tempo de tudo mudar.
Se pararmos para pensar,
Temos que parar de correr.

20:43

Não passe pela vida


(Maria de Fátima Demartino)

Não adie a sua felicidade.
Não deixe passar as oportunidades.
O tempo é agora, cuide-se!
Planeje o seu futuro,
mas viva cada momento, que é único.
O tempo não volta.
E com ele a vida passa.
Saboreie suas conquistas,
mesmo que pequeninas.
Reflita.
Viver é um dom, um milagre.
Cada instante é importante.
Alegrias, tristezas, dores, amores...
Vida viva! Viva vida!
Não deixe a vida passar!

18:53

Que língua estou falando?

Resolvi escrever sobre o aprendizado da Língua Portuguesa, porque muitos alunos pensam que só é necessário aprendê-la quem deseja ser um intelectual ou trabalhar como advogado ou professor.


Primeiramente, somos brasileiros e essa é a nossa língua materna, e se desejamos ter uma identidade, precisamos valorizar a nossa língua. Não podemos nos descaracterizarmos, pois sabemos que o nosso país é rico na diversidade cultural devido a sua colonização, mas falamos uma única língua. Por que não aprimorar esse conhecimento?

Depois, a falta de clareza na escrita e na oralidade muitas vezes prejudica a nossa comunicação. Atualmente, vivemos na era da informação. Vemos muitas mensagens a todo o momento, porém, infelizmente, nem todas são de qualidade. É preciso ter o cuidado para não sermos enganados. Uma palavra ou uma vírgula podem mudar todo o texto.

Há uma diversidade de textos com os quais convivemos diariamente, desde uma propaganda, uma bula de remédio, contas, e-mails, receitas, notícias, placas, listas, etc. Lemos e produzimos textos frequentemente, quer sejam escritos ou não. Necessitamos descobrir a função de cada um deles, fazendo uma leitura mais atenta. Caso contrário, ficaremos à margem.

Também, quando não compreendemos o que lemos ou ouvimos, somos uma presa fácil para os que exercem o poder sobre nós. Engana-se quem pensa que nunca precisará ler ou escrever para viver e conviver com outras pessoas. Não importa a profissão que você escolha, qualquer área do conhecimento exigirá de você compreensão e clareza de pensamento. Para adquirirmos tudo isso, precisamos ler o mundo, observando o que acontece à nossa volta.

Contudo, é importante distinguir que a fala é mais dinâmica, está sempre mudando, mas a escrita é padrão e suas transformações levam muito tempo para acontecerem. Ao falarmos levamos em conta com quem estamos nos comunicando para adequarmos a nossa fala ao ouvinte, e temos mais liberdade, pois além de usarmos palavras, fazemos gestos e modificamos o tom da voz para que a mensagem seja entendida. Na escrita, por sua vez, não temos esses recursos. Por isso, é fundamental que usemos a linguagem padrão de forma clara e objetiva. É claro que, dependendo das circunstâncias e de para quem nos dirigimos, usaremos ou não de formalidade, porém não pode faltar a clareza, se quisermos ser compreendidos. Só assim, a comunicação será eficaz.

Portanto, se você ainda acha que a Língua Portuguesa é para poucos, reflita, observe melhor tudo que está a sua volta. Escolha o melhor para você, não deixe que esta onda te contamine. Pense! Aprenda a aprender o seu idioma! E seja feliz em qualquer profissão que você exerça.

(Maria de Fátima Demartino)

20:47

Precisa-se...

De pais presentes na vida dos filhos!
Sabemos que o mundo oferece e impõe situações as quais não escolhemos nem gostamos. Por que não reagimos?

A sociedade atual impõe necessidades que não precisamos e cada vez mais nos envolvemos pela onda... São os atrativos da modernidade que nos fazem querer ter tantas coisas, e que, muitas vezes, não nos fariam falta nenhuma. Mas, acabamos seduzidos pela propaganda e por isso temos que correr tanto... O problema é que estamos correndo para a morte e não para a vida.

Estamos matando pequenas coisas e pequenos gestos que demonstram nossa humanidade. Estamos agindo como robôs, mecanicamente, e esquecendo o filho e o irmão que está ao nosso lado, como na parábola do bom samaritano. Muitos filhos estão sendo assaltados, açoitados, agredidos pelo consumismo, pelo individualismo e nós passamos pela vida deles como o sacerdote e o levita, pois temos algo mais importante para fazer...

Cada vez mais os pais estão ficando distantes da vida dos seus filhos! Observamos isso pelo comportamento de muitas crianças, adolescentes e jovens. Essa carência afetiva reflete principalmente no ambiente escolar. Quantas dificuldades. Quanta inércia. Quanta violência. Onde está a motivação?

A criança é um ser em desenvolvimento que precisa de cuidados, de orientação, de limites, ela precisa saber que tem alguém com que possa contar. Nenhuma instituição, e muito menos a escola, vai conseguir suprir essa carência.

O adolescente também precisa sentir-se amado, orientado, embora demonstre o contrário por não querer ser tratado como uma criança. Mais do que nunca, precisam aprender a respeitar limites! E mais ainda, precisam ser incentivados a lutarem por seus sonhos... Mas o que será que estão sonhando?

Penso que os prazeres e vantagens oferecidas a todo o momento e em doses excessivas estão empobrecendo também os seus sonhos...

Será que os filhos concordam com a vida corrida, agitada que seus pais levam? Será que eles concordam com as prioridades de sua família?

De onde vem tudo isso? Será que acontece por acaso, ou há interesses por trás disto?
Não sejamos ingênuos. Não podemos apenas assistir ao espetáculo da vida. Precisamos vivê-la! Os bons não podem calar enquanto os maus fazem tanto barulho.

Precisa-se... de boas notícias!

(Maria de Fátima Demartino)

20:11

PRESENÇA

Podemos fazer muitas coisas pela nossa família.
Trabalhar duro para conseguir o sustento,
Para oferecer um pouco de conforto,
Para comprar tudo o que for necessário.
Podemos sim...
São tantas tecnologias, tantos atrativos!
Queremos o melhor nome,
O melhor presente,
A melhor casa,
A melhor escola,
Queremos sim...
Tudo deve ser lindo!
Tudo que conseguirmos ainda será pouco,
Eles merecem o melhor!
O que não podemos esquecer
É que NADA SUBSTITUI A PRESENÇA.
(Maria de Fátima Demartino)

12:06

Estou com vontade de escrever...



Muitas ideias passam pela minha mente, às vezes penso em escrevê-las, mas acabo não registrando nada. São textos diversos que ficam presos no meu pensamento. E como não são anotados, tornam-se sem vida. Sei que preciso quebrar essa barreira e deixar viver questionamentos, dúvidas, emoções, vontades, indignação, alegrias, desejos... É preciso materializá-los, por isso necessito escrever.

Lygia Bojunga, no livro A bolsa Amarela, fala de suas vontades que iam engordando, no meu caso, a de escrever é a que tem engordado mais. Assim, para que eu não fique obesa de textos, começarei com um assunto que há muito tempo tenho refletido e que me agrada bastante.

Sou uma pessoa privilegiada! Tenho cinco irmãos mais velhos, sou a filha caçula! Quando digo isso não é apenas pelo carinho que recebi, mas pela oportunidade de ter cinco modelos para seguir, além dos meus pais. Nossa! Quantas coisas aprendi! Quantas habilidades diferentes tive para me espelhar e me desenvolver! Não dá para enumerar todas as aprendizagens, apenas posso afirmar que foram bastante significativas.

Tudo o que sou está impregnado dessa experiência maravilhosa: conviver com meus irmãos. Tenho vontade de citar algumas vivências, porém tenho medo de me esquecer de algum detalhe que possa magoar um deles. E não foi para isso que resolvi falar sobre esse assunto. Na verdade, o meu objetivo com esse texto é enfatizar a importância da convivência em família, que nos dias atuais é tão desvalorizada e de certa forma demonstrar minha gratidão pela paciência que todos os meus irmãos tiveram comigo.

Não tem jeito! Não dá para calar! Correrei o risco ... e citarei algumas dessas virtudes, ordenadamente: a inteligência privilegiada para os cálculos e medidas; o zelo por aquilo que faz, o amor ao trabalho e a criatividade; a praticidade, a invenção; a coragem de lutar pelo os objetivos; a arte, a versatilidade, o capricho, a ousadia.

Hoje, morando longe de todos eles, sinto necessidade de registrar meu reconhecimento e minha gratidão. Obrigada, meus irmãos!

(Maria de Fátima Demartino)

11:38

O HÁBITO SAUDÁVEL DA LEITURA

Muitos estudos já foram realizados com o objetivo de analisar a influência da leitura no desenvolvimento do indivíduo. E todos apresentam essa prática como fundamental para a formação intelectual e social do ser humano. Isso é um fato. O que se discute é por que ainda há tantas pessoas que apesar de estarem alfabetizadas não têm o hábito de ler e por que os alunos resistem tanto à leitura.

Vários aspectos da sociedade atual influenciam diretamente, um deles é a cultura de massa que cada vez mais valoriza o imediatismo e o descartável. Tudo está pronto, basta apenas apertar botões e num instante obtém-se o que deseja. Alguns brinquedos e outras diversões também não desenvolvem o pensamento crítico, a convivência, a disciplina, e muito menos a vontade de ler.

Outro fator é a “pressa”. Tudo acontece muito rápido e nessa agitação a vida passa e não se valoriza as relações humanas, o contato com o outro, a troca de experiências, o cultivo dos valores humanos. Parece que há muita pressa de morrer...

Com tudo isso, fica difícil achar tempo para ler, imaginar, criar. É preciso, pois, criar esse hábito, oferecendo oportunidades em momentos diversos, quer seja na escola, na família ou outras instituições. E por que a leitura é tão necessária?

A leitura possibilita descobertas, favorece a socialização, a imaginação, desenvolve o raciocínio, o pensamento crítico, desperta a criatividade e amplia o conhecimento do mundo tão importante na compreensão de tudo que o indivíduo vivencia.

Importa, portanto, selecionar o tipo de leitura que se deseja ter, optando por textos de qualidade, que realmente possibilitem uma melhor aprendizagem, já que há muitos textos pobres em conteúdo. A diversidade de gêneros textuais também é muito importante para ampliar o conhecimento.

Enfim, deve-se desmistificar a ideia de que leitura só é fundamental para quem deseja ser doutor(a), professor(a), advogado(a), porque o mundo precisa ser compreendido, vivido e transformado por todos.

(Maria de Fátima Demartino)

21:16

É melhor...


Que os alunos não aprendam.
Que não pensem nem questionem nada.
Que brinquem em vez de estudar.
Que não sintam vontade de melhorar.
Que estejam apenas presente.
Que não participem das aulas.
Que falem e escrevam de qualquer modo.
Que não respeitem regras.
Que não resolvam seus problemas dialogando.
Ou que nunca dialoguem.
Que sejam cada vez mais violentos.
Que se contentem com o baixo aprendizado
Que não escutem, apenas falem.
Que sejam cada vez menos humanos.
Que não reconheçam o que são direitos e deveres.
Tenho certeza de que tudo isso é melhor,
Só tenho apenas uma indagação:
É melhor para quem?

(Maria de Fátima Demartino)

22:11

Páscoa

A Páscoa vem trazer a mensagem
De que é possível mudar
Fugir daquilo que leva à morte
A violência e a destruição não aceitar


Época de abundância
Muitos chocolates, doces em geral
Porém não se deve esquecer
Que é tempo de transformação integral


É preciso deixar aflorar
Boas atitudes e bons sentimentos
Que possam melhorar nossa convivência
Na partilha da alegria e não só de alimentos


Lutar por mais qualidade de vida
Para todas as pessoas sem distinção
Valorizar pequenos gestos
Que tragam paz, amor e união


Neste dia maravilhoso.
Em que a morte foi vencida
Reacenda também em cada coração
Os valores humanos e o amor à vida.

(Maria de Fátima Demartino)

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